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sábado, 21 de janeiro de 2012

JESUS SEMPRE FOI O DEUS EU SOU

CRISTOLOGIA 1

A Cristologia é um tratado a respeito da  pessoa  e  do  trabalho  de  Jesus Cristo. Hoje, em nossa cultura suspeito que muitos provavelmente pensem que “Cristo” era simplesmente o último nome de Jesus. Isso é totalmente errado, sem dúvida. Cristo. É a forma grega do nome hebraico mashiach — Messias, que significa “ungido”. Dn 9.25,26. O Novo Testamento diz que Messias é o mesmo que Cristo. Jo 1.41; 4.25.

H. Bender escreveu sobre Jesus: Em meio à história do mundo encontra-se uma figura, inserida nessa história em todos os seus aspectos, mas que a tudo sobrepuja. É Jesus Cristo. Ele é completamente diferente, Ele é singular. Ele é o único que podia ousar colocar-se diante de uma multidão hostil e fazer-lhe a pergunta: "Quem dentre vós me convence de pecado"? A única resposta foi o silêncio da platéia, uma resposta eloqüente. Sua vontade estava plenamente inserida na vontade de Deus. Sua postura era completamente dirigida por Deus e direcionada para Deus. Nele não havia discrepância, não havia imperfeição alguma. Jesus é Inigualável. Jesus Cristo é inteiramente diferente, singular. Movimentou o mundo como ninguém antes ou depois dEle.

A Encyclopaedia Britannica utiliza 20.000 palavras para descrever a pessoa de Jesus. Sua descrição ocupa mais espaço que as biografias de Aristóteles, Cícero, Alexandre Magno, Júlio César, Buda, Confúcio, Maomé ou Napoleão Bonaparte.

O homem Jesus tornou-se o maior tema da história mundial. Sobre nenhum outro se escreveu mais do que sobre Ele. A respeito de ninguém se discutiu tanto quanto sobre Jesus. Ninguém foi mais odiado, mas também mais amado; combatido, mas também mais louvado. Sobre nenhum outro foram feitas tantas obras de arte, hinos, poemas, discursos, e compêndios do que sobre Cristo. Diante dEle dividem-se as opiniões – uns gostariam de amaldiçoá-lO, outros testemunham que sua vida foi radicalmente mudada por Jesus e enchida de esperança. Não é possível imaginar a história humana sem Jesus.
 
A PREEXISTÊNCIA DE CRISTO

Assim como a parte descoberta de um "iceberg" é apenas um décimo do tamanho total, a vivência humana de Jesus é apenas uma parte de um grande todo. A vida do homem Jesus da manjedoura de Belém à cruz do Calvário é apenas um capítulo de uma vida que se estende de eternidade a eternidade. Antes de nascer como homem, Ele todo "em forma de Deus" era "igual a Deus".

Por isso, rejeitamos a heresia criada pelo presbítero Ário, da Igreja de Alexandria, grande erudito do século 4º. afirmava a existência de Cristo, mas não em sua divindade, afirmando que ele era um ser criado, inferior a Deus e superior ao homem. Para Ário, Cristo era, na verdade, Deus em certo sentido, mas um Deus inferior, de modo algum uno com o Pai em essência ou eternidade. Ensinava que na encarnação o Verbo (Logos) entrou em um corpo humano, tomando o lugar do espírito racional humano. As provas são irrefutáveis a respeito de sua preexistência:

1. O profeta Miquéias fez referência à preexistência de Cristo. Mq 5.2
2. O apóstolo Paulo fez referência à preexistência de Cristo. Fp 2.6-8
3. O próprio Jesus fez referência a sua preexistência. Jo 6.62; 17.5
4. Estava na glória com o Pai antes do mundo existir. Jo 17.24
5. Estava no princípio com Deus. Jo 1.2
6. Já existia antes da criação. Cl 1.17 
7. Ele é o Princípio e o Fim. Apoc 1.8
8. Existiu antes de Abraão. Jo 8.58
9. Existe na eternidade. Prov 8.23
 
A HUMANIDADE DE CRISTO
 
Evidentemente muitas heresias foram criadas acerca das duas naturezas de Cristo, porém, á indicações claras na Bíblia que Jesus era uma pessoa plenamente humana, sujeito a todas as limitações comuns à raça humana, mas sem pecado. Como tal nasceu como todo ser humano nasce. Embora sua concepção tenha sido diferente, uma vez que não houve a participação de um ser humano masculino, todos os outros estágios de crescimento foram idênticos ao de qualquer ser humano normal, tanto física como intelectual e emocional. Também no sentido psicológico, era genuinamente humano, pois pensava, raciocinava, se emocionava, como todo ser humano normal.

I. Sua genealogia humana. Mt 1.1-16; Lc 2.23-38
II. Seu nascimento normal e humano. Mt 1.25; Lc 2.7
III. Seu crescimento e desenvolvimento foram normais. Lc 2.40-52
IV. Ele conheceu as limitações e emoções humanas  
   
1. Sentiu ira. Mc 3.5.
2. Sentiu amor. Jo 11.5
3. Sentiu sede. Mt 11.19
4. Sentiu fome. Mt 21.18
5. Sentiu cansaço. Jo 4.6
6. Sentiu alegria. Lc 10.21
7. Sentiu tristeza. Mt 26.37
8. Sentia emoções. Mt 15.32
9. Sentiu compaixão. Mt 9.36

Realmente em todos os sentidos da palavra, Jesus foi humano. Ele não representou ser um homem, Ele o foi por completo. Jesus ao mesmo tempo em que foi 100% homem, também foi 100% Deus. Podemos afirmar que as naturezas humanas e divinas interagiam nele naturalmente. Jesus ao assumir a forma humana, adquire atributos humanos, mas não desiste de sua natureza divina. Fp 2.6,7.

1. Como Homem teve sede, Jo 19.28. Como Deus é a fonte da água viva. Jo 7.37
2. Como Homem teve fome, Mt 4.2. Como Deus é o pão descido dos céus. Jo 6.35
3. Como Homem foi batizado, Lc 3.21-22. Como Deus é aquele que batiza. Jo 1.33
4. Como Homem morreu, Lc 23.46. Como Deus é a vida que nunca morre. Jo 10.18
5. Como Homem sentiu cansaço, Jo 4.6. Como Deus alivia o cansado. Mt 11.28-30
6. Como Homem foi tentado, Mt 4.1-11. Como Deus não pode ser tentado. Tg 1.13
7. Como Homem era menor que o Pai, Jo 14.28. Como Deus igual ao Pai. Jo 10.30
8. Como Homem servo, Mt 20.28. Como Deus – Senhor. Lc 6.46-49
9. Jesus Cristo é o Homem perfeito de Deus e o Deus perfeito dos homens.
 
A DIVINDADE DE CRISTO

 
Nos últimos 200 anos a teologia liberal tem expressado vigorosamente uma negação da divindade de Cristo. Alguém que escreveu sobre esta questão fazendo a seguinte observação: “Hoje em dia, pode-se encontrar evidência virtualmente em toda parte em todos os continentes, tanto nos círculos católicos romanos como nos protestantes que o que está teologicamente “na moda” é contender por um Jesus que era somente um homem por natureza e por uma Bíblia que virtualmente silencia a respeito da clássica Cristologia da encarnação de um Cristo de dupla natureza – verdadeiro Deus e verdadeiro homem na única pessoa de Jesus Cristo. Está muito em voga acreditar que a melhor solução pode ser entender Jesus como somente um homem – um homem muito incomum, naturalmente, com uma missão especial de Deus – e explicar as atribuições bíblicas a ele de qualidades divinas em outros termos não ontológicos”.

Esta citação descreve com precisão o pensamento religioso moderno e a tendência moderna de rejeitar a divindade de Cristo. Os religiosos liberais crêem num outro Jesus, e não naquele Jesus revelado na Santa Escritura. Jo 8.23-24; II Co 11.3-4; Gl 1.6-9; I Jo 4.1-3; II Jo 7-11. O Jesus no qual eles crêem nunca existiu na história humana, mas é o produto de suas imaginações ímpias e uma invenção de suas mentes e corações depravados. Os religiosos liberais não podem ser considerados cristãos no sentido bíblico da palavra. Os verdadeiros cristãos crêem no Jesus da Bíblia.  Qualquer posição que destrói efetivamente a divindade de Jesus é errada, porque ela contradiria não somente a passagem, mas também um grande número de outras passagens que afirmam sua divindade.

A divindade de Jesus Cristo está confirmada nas Escrituras de forma inquestionável. Hb 1.8.  Temos também os testemunhos encontrados na Bíblia. Em diversas passagens bíblicas encontramos afirmações claras.

a. O testemunho do Pai. Mt 17.5. Jo 8.18. I Jo 5.9
b. O testemunho do próprio Jesus. Lc 22.69,70; Jo 10.30
c. O testemunho do Espírito Santo. Jo 15.26. I Jo 5.6
d. O testemunho dos Apóstolos. Jo 1.1-2. Rm 9.5. Hb 1.3
e. O testemunho até dos maus espíritos. At 19.15. Lc 4.41. Mc 3.11.

I. Características divinas de Cristo

  1. Cristo é Deus. Jo 1.1
  2. Cristo é Eterno. Jo 8.58
  3. Cristo é Criador. Jo 1.3
  4. Cristo é Todo Poderoso. Mt 28.18
  5. Afirmou ser um com o Pai. Jo 10.33
  6. Afirmou que quem O vê, vê o Pai. Jo 14. 7-9
  7. Afirmou ser a ressurreição e a vida. Jo 11.25
  8. Afirmou ser o Senhor do sábado. Mc 2.27,28
  9. Afirmou que preexistia antes de Abraão. Jo 8.58
10. Afirmou que julgará todos os homens. Mt 25.31-46
11. Afirmou que quem O honra, está honrando o Pai. Jo 5.23
12. Afirmou ter poder para vivificar e ressuscitar os mortos. Jo 5.21
13. Afirmou ter a mesma natureza de vida que existe em Deus.  Jo 5.26
14. Afirmou que os anjos eram seus, e os poderia enviar. Mt 13.41; Lc 12.8,9
15. Afirmou que o reino de Deus é também o seu reino. Mt 13.41; Lc 17.20
16. Afirmou ter autoridade para perdoar pecados e só Deus perdoa. Mc 2.1-12.

II. A divindade de Cristo provada pelos NOMES e TÍTULOS
  1. Deus forte. Is 9.6; 63.1; Hb 1.8
  2. Rei dos Reis e Senhor dos Senhores. Ap 19.16
  3. Anjo de Deus. Gn 16.9-14; Jz 6.11-14
  4. Emanuel (Deus conosco) Mt 1.23
  5. Messias. Dn 9.25; Jo 1.41
  6. O Eu Sou. Jo 4.26; 8.58
      6.1. Eu Sou: A luz do mundo. Jo 9.5
      6.2. Eu Sou: A porta. Jo 10.9
      6.3. Eu Sou: A ressurreição e a vida. Jo 11.25
      6.4. Eu Sou: A videira verdadeira. Jo 15.1
      6.5. Eu Sou: O bom pastor. Jo 10,11
      6.6. Eu Sou: O caminho, a verdade e a vida. Jo 14.6
      6.7. Eu Sou. O pão da vida. Jo 6.35
  7. Pai da eternidade. Is 9.6 
  8. Todo poderoso. Ap 1.8
  9. O Verbo. Jo 1.1; Ap 19.13
10. Alfa e Ômega. Ap 22.13
11. Filho de Deus. Mt 16.16
      11.1. Gabriel sabia que Jesus era Filho de Deus. Lc 1.35
      11.2. Satanás sabia que Jesus era Filho de Deus. Mt 4.3
      11.3. Demônios sabiam que Jesus era Filho de Deus. Mt 8.29; Lc 4.41
      11.4. Seus discípulos sabiam que Jesus era Filho de Deus. Mt 14.33
      11.5. O centurião sabia que Jesus era Filho de Deus. Mt 27.54
      11.6. João sabia que Jesus era Filho de Deus. Jo 1.34
      11.7. Natanael sabia que Jesus era Filho de Deus. Jo 1.49
      11.8. O eunuco etíope sabia que Jesus era Filho de Deus. At 8.37
      11.9. Senhor. At 9.17; Rm 10.9.

Quando os judeus traduziram o A.T. para o grego, os nomes sagrados de Deus Yahveh (YHWH) e Adonai, foram traduzidos por Kyrios (que quer dizer Senhor, dono), sendo tido por um termo reverente. O termo era também usado respeitosamente pelos romanos para se referir a César, como o Senhor. Somente por estas razões, este termo quando aplicado a Jesus já deveria dar suficiente conotação da divindade de Jesus. Mas além disso, várias passagens que se referem a Jesus como Senhor são na verdade citações do A.T., onde o nome original de Deus foi traduzido por Senhor (At 2.20,21 em contraste com o 36 e Rm 10.9,13 e verifique Jl 2.31,32; I Pe 3.15, confira com Is 8.13). O título aqui dado a Jesus é no mesmo sentido que o A.T. dava ao Deus Todo-Poderoso. Há outros textos que o título Senhor é usado tanto para o Pai (Mt 1.20; 9.38; At 17.24) quanto para o Filho. Lc 2.11; Jo 20.28; I Co 2.8; Fp 2.11. Para o judeu, chamar a Jesus de Senhor, seria colocá-lO na mesma posição de igualdade com o Deus das Escrituras. Os escritores do N.T. tinham isso em mente ao se referir, muitas vezes, a Jesus como Senhor.

III. A Divindade de Cristo provada por suas OBRAS

1. Criação. Jo 1.3
2. Sustentação. Cl 1.17
4. Perdão de pecados. Lc 7.48
5. Ressurreição dos mortos. Jo 5.25
6. Julgamento. Jo 5.27
7. Envio do Espírito Santo. Jo 15.26

IV. A divindade de Cristo provada por seus ATRIBUTOS

1. Sua eternidade. Mq 5.2; Is 9.6; Hb 1.11
2. Sua soberania. Mc 2.5-7
3. Sua imortalidade. Jo 2.19
4. Sua imutabilidade. Hb 13.8; Hb 1.12
5. Sua espiritualidade. II Co 3.17,18
6. Sua Onipresença. Jo 3.13
7. Sua Onisciência. Cl 2.3; Jo 2.24. Jo 16.30; 21.17
    7.1. Na terra demonstrou-o sobre Natanael. Jo 1.48
    7.2. Sobre Judas. Jo 6.70; 13.11
    7.3. Sobre os fariseus. Mt 12.25; Lc 5.22; 6.8; 7.39-40
    7.4. Sobre os escribas. Mt 9.3-4; Mc 12.34
    7.5. Sobre a samaritana. Jo 4.29.
8. Sua Onipotência. Mt 28.18; Apoc 1.8.
    8.1. Na terra, demonstrou-o:
           8.1.1. Sobre os demônios. Mt 8.16-17,28-32
           8.1.2. Sobre os homens. Mt 9.9; Jo 17.2
           8.1.3. Sobre a natureza. Mt 8.26
           8.1.4. Sobre o pecado. Mt 9.1-8
           8.1.5. Sobre as tradições. Mt 9.10-17
           8.1.6. Sobre as doenças. Mt 8.1-4; Lc 4.39
           8.1.7. Sobre a morte. Lc 7.14-15; 8.54,56; Jo 11.4
           8.1.8. Sua onipotência é inquestionável. Jo 20.30-31.

V. A divindade de Cristo provada pela ADORAÇÃO oferecida a Ele

Somente Deus deve ser adorado. Adorar a criatura é idolatria e é terminantemente proibido nas Escrituras. Rm 1.25. O próprio Jesus afirmou: "Então, Jesus lhe ordenou: Retira-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a ele darás culto" (Mt 4.10) ao citar Deuteronômio 6.13 em resposta à tentação de Satanás. Em nenhum lugar das Escrituras um homem justo aceitou ser adorado. Pedro recusou-se a permitir que Cornélio se curvasse diante dele. At 10.25-26. Paulo e Barnabé ficaram abismados quando o povo de Listra se preparou para adorá-los como deuses. Tomaram imediatamente uma atitude: "Porém, ouvindo isto, os apóstolos Barnabé e Paulo, rasgando as suas vestes, saltaram para o meio da multidão, clamando: Senhores, por que fazeis isto? Nós também somos homens como vós, sujeitos aos mesmos sentimentos, e vos anunciamos o evangelho para que destas cousas vãs vos convertais ao Deus vivo, que fez o céu, a terra o mar e tudo o que há neles". At 14.14-15.

Apesar dos anjos serem seres celestes superiores aos homens, mas nem mesmo eles aceitam  ser  adorados. Apoc 19.10; 22.8-9. É bem notável, então, que Jesus tenha aceitado a adoração do homem. Quando Jesus acalmou a tempestade, "os que estavam no barco o adoraram, dizendo: Verdadeiramente és Filho de Deus!" Mt 14.33. Jesus não os repreendeu por louvá-lo. O cego que Jesus curou em João 9 o adorou. Jo 9.38. Várias vezes os discípulos adoraram a Jesus após a ressurreição, e Jesus jamais deu a entender que aquilo não era certo. Mt 28.9,17. Jesus na realidade ensinou de modo claro: "Que todos honrem o Filho do modo por que honram o Pai. Quem não honra o Filho não honra o Pai que o enviou". Jo 5.23. Nenhum homem justo e nenhum anjo do céu (nem o mais exaltado) jamais pediu que os homens os honrassem da mesma forma que honram ao Pai. Se Jesus não fosse Deus, então João 5.23 seria uma das blasfêmias mais audaciosas que jamais foram proferidas por lábios humanos.

Os cristãos primitivos adoravam a Jesus: "O Senhor me livrará também de toda obra maligna e me levará salvo para o seu reino celestial. A ele, glória pelos séculos dos séculos. Amém". II Tm 4.18. "Antes, crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, tanto agora como no dia eterno". II Pe 3.18. Repare na surpreendente semelhança da adoração oferecida ao Pai com a oferecida ao Filho. Falando do Pai, Pedro disse: "A ele seja o domínio, pelos séculos dos séculos. Amém." I Pe 5.11. Mas, em referência ao Filho, João disse: "A ele a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Amém". Apoc 1.6. Deus ordenou que mesmo os anjos devem adorar ao Pai: E, novamente, ao introduzir o Primogênito no mundo, diz: E todos os anjos de Deus o adorem". Hb 1.6.

Todas as hostes celestes adoram a Jesus do mesmo modo que adoram o Pai. Os quatro seres viventes e os 24 anciãos "E entoavam novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro e de abrir-lhe os selos, porque foste morto e com o teu sangue compraste para Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação e para o nosso Deus os constituíste reino e sacerdotes; e reinarão sobre a terra". Apoc 5.9-10.

O texto prossegue: "Vi e ouvi uma voz de muitos anjos ao redor do trono, dos seres viventes e dos anciãos, cujo número era de milhões de milhões e milhares de milhares, proclamando em grande voz: Digno é o Cordeiro que foi morto de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor. Então, ouvi que toda criatura que há no céu e sobre a terra, debaixo da terra e sobre o mar, e tudo o que neles há, estava dizendo: Àquele que está sentado no trono e ao Cordeiro, seja o louvor, e a honra, e a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. E os quatro seres viventes  respondiam: Amém; também  os  anciãos  prostraram-se e adoraram". Apoc 5.11-14. Essas declarações de adoração a Jesus Cristo constituem a mais forte prova de sua divindade. As Escrituras declaram, sem hesitar, que somente Deus deve ser adorado, mas Jesus é adorado no céu pelas mais elevadas criaturas celestes.

Jesus é até ligado ao Pai na mesma declaração de louvor. Paulo escreveu a verdade: "Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai". Fl 2.9-11.
POSTADO POR.HIPOLITO CESAR

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