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segunda-feira, 31 de agosto de 2015

A SANTA CEIA VERDADEIRA QUE JESUS MANDOU PRATICAR

SUA RELIGIÃO CELEBRA A CEIA QUE JESUS ENSINOU?
E disse Jesus também ao que o tinha convidado: Quando deres um jantar, ou uma CEIA, não chames os teus amigos, nem os teus irmãos, nem os teus parentes, nem vizinhos ricos, para que não suceda que também eles te tornem a convidar, e te seja isso recompensado.
Mas, quando fizeres convite, chama os pobres, aleijados, mancos e cegos,
E serás bem-aventurado; porque eles não têm com que to recompensar; mas recompensado te será na ressurreição dos justos.
Lucas 14:12-14.
SANTA CEIA DOS EXCLUÍDOS

QUEM CRIOU A SANTA CEIA?

SANTA CEIA DOS ESCOLHIDOS

SANTA CEIA DOS ESCOLHIDOS

SANTA CEIA DOS EXCLUÍDOS

SANTA CEIA DOS EXCLUÍDOS


SANTA CEIA DOS EXCLUÍDOS. QUEM PODE PARTICIPAR DA SANTA CEIA?
Um certo homem fez uma grande ceia, e convidou a muitos.
E à hora da ceia mandou o seu servo dizer aos convidados: Vinde, que já tudo está preparado.
E todos à uma começaram a escusar-se. Disse-lhe o primeiro: Comprei um campo, e importa ir vê-lo; rogo-te que me hajas por escusado.
E outro disse: Comprei cinco juntas de bois, e vou experimentá-los; rogo-te que me hajas por escusado.
E outro disse: Casei, e portanto não posso ir.
E, voltando aquele servo, anunciou estas coisas ao seu senhor. Então o pai de família, indignado, disse ao seu servo: Sai depressa pelas ruas e bairros da cidade, e traze aqui os pobres, e aleijados, e mancos e cegos.
E disse o servo: Senhor, feito está como mandaste; e ainda há lugar.
E disse o senhor ao servo: Sai pelos caminhos e valados, e força-os a entrar, para que a minha casa se encha.
Porque eu vos digo que nenhum daqueles homens que foram convidados provará a minha ceia.
Lucas 14:16-24

SANTA CEIA DE JESUS


SANTA CEIA PARA OS EXCLUÍDOS

QUEM TEM FOME COMA EM CASA

FAZEI ISSO EM MEMÓRIA DE MIM

IDOLATRIA SANTA CEIA

FAZEI ISSO EM MEMÓRIA DE MIM

EM MEMÓRIA DE MIM COMA DESTE PÃO

TIVE FOME E NÃO ME DESTE DE COMER


A VERDADEIRA SANTA CEIA DE JESUS

SANTA CEIA PARA OS EXCLUÍDOS
A MENTIRA DA SANTA CEIA

quarta-feira, 10 de junho de 2015

JESUS ENSINA COMO FAZER UMA FESTA



O aniversário é pagão?

Aniversários é um dos grandes tópicos que muitos poucos conversam. Ninguém quer saber se a origem de aniversários é pagã? Todos olham para o aniversário como um tempo de alegria entre as famílias e amigos. Um tempo de reunião de familiares. E, é Claro, o aniversariante adora isso porque é o dia dele(a). Hoje é o MEU dia; MINHA festa; todos darão MEU presente; a festa será do jeito que EU quero, etc. De cara devemos perguntar se isso que fazemos para nossas crianças é de Deus, pois os caminhos de Deus é o caminho do DAR e não do RECEBER. Exaltando uma criança (ou um aniversariante) dessa maneira poderá trazer consequências seríssimas na personalidade dessa pessoa porque estamos encorajando o aniversariante no caminho de satanás que é o caminho do RECEBER; o importante é o que EU penso; tudo é a MEU respeito. Ficaremos surpresos em saber que a origem do aniversário é antiga, desde tempo do Egito e que tem muito a ver com astrologia, magia e espiritismo.

Observe a “Origem da Comemoração” em relação a região pagã e demônios. As velas, por exemplo, era entendida porque pensavam que tinha o poder de afastar demônios. É claro, nenhum cristão celebrou aniversário até o quarto século, pois todos sabiam que sua origem vinha de costumes pagãos. O Wiki descreve que “Bolos de mel redondos como a lua e iluminados com velas eram colocados nos altares do templo de Ártemis” e que “as velas de aniversário, na crença popular são dotadas de magia especial para atender pedidos”.
Em lugar nenhum da Bíblia existe alguma coisa mencionando aniversário com exceção do aniversário de Faraó (Gên 40:20) e o rei Herodes (Mat 14:6) ambos eram pagãos. Se aniversário é tão importante assim porque NÃO há nenhuma menção nas escrituras… NADA. A razão é muito simples, “A celebração de aniversários não era observada na vida tradicional Judaica”, Enciclopédia Judaica, vol. 4 pag. 1054.
O aniversário que celebramos o nascimento de Cristo no dia 25 de Dezembro não está na Bíblia. Aliás, em Dezembro, em Israel, é inverno bruto. Com certeza não iriam para um tabuleiro e muito menos Maria conseguiria dar a luz a Jesus. O clima estaria extremamente frio. Note que os pastores estavam no campo, A NOITE, guardando seus rebanhos o que não acontece no inverno em Israel, Lucas 2:8. Mas tarde estudaremos sobre o Natal.
A história de aniversários é extensa tendo até ligação a astrologia: a posição do sol, estrela e lua no momento do nascimento indicaria o tipo de vida que a pessoa ia ter. Há muito mais descrições sobre o aniversário e está amplamente na internet. O importante é que os cristãos verdadeiros não celebram o aniversário de ninguém. Se os apóstolos, a igreja cristã daquela época e Cristo não celebravam os aniversários de ninguém então isso deva ser o suficiente para o cristão verdadeiro.
Não devemos seguir tradições ou procurar todos os tipos de desculpas para assim fazer. Como diz o velho ditado, você sempre achará desculpas nessa vida para fazer o que quer. Saiba disso, os caminhos de Deus são contrários a desse mundo. Um não consegue agradar a Deus e a esse mundo, “Hipócritas, bem profetizou Isaías a vosso respeito, dizendo: Este povo se aproxima de mim com a sua boca e me honra com os seus lábios, mas o seu coração está longe de mim. Mas, em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos dos homens”, Mateus 15:7-9.
Esse mundo é ligado ao dinheiro e suas tradições. Devemos sair desse mundo e servir nosso Deus, “Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom”, Mat 6:24. Deus pedi para nós sairmos desse mundo e suas tradições, “E ouvi outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas”, Apoc 18:4.


sexta-feira, 27 de junho de 2014

A BÍBLIA EM ÁUDIO PARA QUEM NÃO TEM TEMPO PRA LER

Leia um pouco da história deste grande homem com sua voz exoberante.
A Voz da Ditadura
Quem acompanha a trajetória profissional desse locutor sabe que, depois de 27 anos como apresentador do Jornal Nacional, teve de ser substituído em abril de 96 pelos jornalistas Lílian Wittefibe e William Bonner porque perdera toda sua credibilidade. A poderosa Rede Globo de Televisão precisava recuperar a audiência e confiabilidade de seu principal noticiário e optou por descartá-lo. Cid Moreira continuou sendo, porém, "a voz do dono", retornando vez por outra à tela para interpretar o posicionamento político do empresário Roberto Marinho.
Por causa do comprometimento político do grupo de comunicação para quem ainda trabalha, Cid Moreira ficou conhecido também como "a voz da ditadura". Em março de 94, quando a Rede de Globo foi condenada por manipular os fatos e obrigada pela justiça a conceder direito de resposta ao governador Leonel Brizola, o jornalista Nelson de Sá, da Folha de S.Paulo, assim se referiu ao apresentador: "Cid Moreira, a voz do dono, a voz do Grande Irmão, a voz que surgiu do AI-5..."  (http://www.pdt.org.br/bzjornac.html)
Raúl Trejo Delarbre, um estudioso mexicano de comunicação, afirma que a imagem de Cid Moreira estava profundamente associada à da Rede Globo, através do Jornal Nacional. Por essa razão, quando decidiram reduzir o caráter pró-governista do noticiário, foi preciso afastá-lo.
A "Voz de Deus"
Fora da telinha, o desgastado e septagenário apresentador Cid Moreira decidiu explorar o grave de sua voz e o pouco de credibilidade que lhe restava em um filão profissional que já experimentara no começo da década de 80. Era adepto da seita Universo em Desencanto e lançou um disco compacto de vinil, com os poemas "Desiderata" e "Ação de Graças". Já na década de 90, gravou também Salmos, o Sermão da Montanha e outros trechos da Bíblia, além de poesias e crônicas para serviços de telemensagem. Mais recentemente, participou da gravação em CD de toda a Bíblia Sagrada. Por último, contratado pela Casa Publicadora Brasileira, recitou o livro Caminho a Cristo.
Nesse período, foi entrevistado pela revista evangélica Vinde, que assim o descreveu: "O locutor Cid Moreira, de 71 anos, não pode ser chamado exatamente de evangélico, mas tem uma história singular. É uma espécie de cristão sem igreja, que visita vez ou outra várias delas, quando convidado... De criação católica, o locutor já havia gravado, em vezes anteriores, trechos da Bíblia... Indagado sobre a razão de não estar congregando em uma igreja, Cid Moreira deu uma resposta que pode servir de termômetro para explicar porque muitos convertidos tomam a mesma decisão: o desejo de preservação da imagem. 'Não quero ficar marcado como membro de uma ou outra igreja. Não gosto de divisão. Cristo queria a união da igreja', argumenta." (http://www2.uol.com.br/vinde/21.htm)
Em outra ocasião, entrevistado por uma emissora de tevê, Cid Moreira praticamente repetiu a resposta:
"O senhor pertence a alguma igreja em específico?
"Desde que comecei a gravar temas bíblicos notei a grande preocupação da maioria das pessoas em querer saber se estava ligado a essa ou aquela igreja. Meus amigos, o importante é estar ligado ao Nosso Senhor Jesus Cristo, porque Ele é orientador do nosso caminho*... a verdade que nos ilumina e a inspiração que temos pela vida." (http://www.tvclube.com.br/entrevis.htm)
* Note que não se refere a Jesus Cristo como nosso salvador!
A Voz da Irreverência
Aos 72 anos, Cid Moreira vivenciou recentemente uma terceira fase em sua vida . Todo domingo, no Fantástico, ele incorporava "a voz da irreverência" ao narrar as aventuras do "mágico mascarado" a quem se referia como "senhor de todos os segredos", "príncipe dos sortilégios", etc. Para ele, o sucesso do estilo descontraído de narração que adotou para as apresentações de Mr. M representava uma espécie de retorno triunfal à televisão. Veja o que disse ao jornal O Globo: "Sou um novo Cid Moreira, sem dúvida. A era do "Jornal Nacional" passou. O mais importante é que as pessoas na rua reconhecem essa minha nova fase e me elogiam muito... Eu me sinto no auge."
O jornalista Cid Moreira lança biografia escrita pela mulher, Fátima Sampaio Moreira, sobre sua infância, profissão e curiosidades dos meios de comunicação

Audio Digitado:
Introdução a Bíblia – Cid Moreira

Antes de nós milhões de pessoas procuraram na Bíblia um sentido para a vida.
E o que é melhor, encontraram nela tudo o que procuravam.

Talvez seja importante parar e pensar: “por que esse Livro fascina tanta gente, de tantos lugares, em épocas diferentes? É porque esse Livro possui um segredo muito importante!

Para descobrir este segredo, é preciso conhecer a Bíblia e acreditar que ela é a Palavra de Deus!

Toda palavra tem a força e o valor de quem a pronuncia! Se a palavra humana pode errar e enganar, a Palavra de Deus não erra, não engana. Ela é sustentáculo seguro para quem Nela se agarra.

Pois é através da Sua Palavra que Deus responde as perguntas do nosso coração.
A palavra de Deus é Eficaz e Viva!

BIG BROTHER DO GOOGLE NO BRASIL

(:-( "Caixa preta" de carro começa a ser vendida no Brasil

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Empresas estão tentando emplacar no Brasil uma espécie de "caixa-preta" para uso em carros.

Comum na Rússia, ideia é instalar câmeras que monitoram os veículos e registram seus movimentos.
A Samhwa, importadora de componentes eletrônicos, começou a vender por aqui no fim do mês passado dois modelos de caixa-preta produzidos pela sul-coreana Thinkware. O mais simples possui uma câmera frontal e é vendido por R$ 599, enquanto o segundo traz câmeras para a parte traseira do veículo também, por R$ 1.199.
Além de gravar imagens do trajeto, as caixas-pretas registram a posição do veículo (por GPS) e sua velocidade.

-- Folha Online

 FONTE:
 

http://classificados.folha.uol.com.br/negocios/2014/03/1422380-caixa-preta-de-carro-comeca-a-ser-vendida-no-brasil.shtml

Caixa preta em veículos abre polêmica sobre a privacidade

Todos os carros vendidos nos EUA terão de ser equipados como gravador de dados a partir de 2014


Caixa preta: privacidade em questão - The New York Times
The New York Times
Caixa preta: privacidade em questão

NOVA YORK - Quando Timothy Murray bateu veículo Ford em 2011, ele teve a sorte. Ele não se machucou seriamente e não prejudicou sua carreira política. Acabou se elegendo vice-governador de Massachusetts. Na época, ele disse à polícia que estava usando o cinto de segurança e não estava em alta velocidade.

Mas uma história diferente logo surgiu. Murray estava dirigindo mais de 160 quilômetros por hora e não estava usando o cinto de segurança, de acordo com o computador em seu carro. Ele recebeu multa de US$ 555 e reconheceu que dormiu na direção.
 
O caso colocou o político no centro de uma polêmica sobre um equipamento pouco conhecido mas cada vez mais usado: o gravador que registra todos os dados sobre a velocidade e a forma de condução, conhecido como 'caixa preta'.
 
Cerca de 96% de todos os veículos novos vendidos nos Estados Unidos tem as caixas pretas, e em setembro de 2014, todos serão obrigados a ter o equipamento, por determinação da Administração Nacional de Segurança do Tráfego Rodoviário.
 
As caixas têm sido muito utilizadas por empresas de carros para avaliar o desempenho de seus veículos. Mas os dados armazenados nos dispositivos são cada vez mais usados para identificar problemas de segurança nos carros e como prova em acidentes de trânsito e casos criminais.
 
E o tesouro de dados dentro das caixas tem levantado preocupações em relação à privacidade dos motoristas, incluindo perguntas sobre quem detém a informação, e quando elas podem ser utilizadas.
 
Para os reguladores federais, autoridades policiais e companhias de seguros, os dados são uma ferramenta indispensável para investigar falhas.
 
"As caixas-pretas fornecem informações de segurança que não podem ser de outra forma disponíveis para as autoridades avaliarem o que aconteceu durante um acidente - e que medidas futuras poderiam ser tomadas para salvar vidas e prevenir lesões", explica David Strickland, administrador da agência governamental de segurança.
 
Mas, para os defensores dos consumidores, os dados são apenas o exemplo mais recente de como os governos e empresas estão invadindo a privacidade e obtendo informações sobre o comportamento das pessoas.
 
"Esses carros são equipados com computadores que coletam grandes quantidades de dados", disse Barnes Khaliah, do centro de informações eletrônicas privadas, um grupo de consumidores com sede em Washington. "Sem proteção, o consumidor pode ser vítima de todo tipo de abuso".
 
Os defensores dos consumidores dizem que o governo deveria deixar claro as diretrizes de como os funcionários públicos podem utilizar os dados das caixas pretas. "Não há normas claras sobre o que é permitido", disse Barnes.
 
Quatorze Estados, incluindo Nova York, aprovaram leis que dizem que, embora os dados da caixa preta sejam de propriedade do dono do veículo, policiais e outros envolvidos no acidente podem ter acesso às informações nela contidas com uma ordem judicial.


Os advogados podem pedir judicialmente os dados para as investigações criminais e cíveis, tornando a informação acessível a terceiros, incluindo a Justiça ou companhias de seguros, que podem usar as informações contra o motorista acidentado para não pagar indenização ou retirar vantagens como descontos na apólice.
 
As normas atuais exigem que a presença da caixa-preta seja divulgada no manual do proprietário. Mas, a grande maioria dos motoristas não lê o manual por completo e não sabem que seu veículo pode capturar e gravar a sua velocidade, a posição do freio, o uso do cinto de segurança e outros dados a cada vez que o carro é utilizado.
 
Os fabricantes de veículos podem utilizar os dados das caixas pretas para estudar melhorias nos veículos, mas garantem que preservam a privacidade do consumidor. "As montadoras não acessam os dados sem permissão do consumidor, e acreditamos que todas as exigências do governo para instalar caixas pretas em todos os veículos devem incluir medidas para proteger a privacidade do consumidor", afirma Wade Newton, da associação das montadoras.
 
Além das preocupações com a privacidade, porém, os críticos têm questionado a confiabilidade dos dados.
 
Em 2009, Anthony Niemeyer morreu após bater um Ford Focus alugado em Las Vegas. Sua viúva, Kathryn, processou tanto a Ford Motor quanto a locadora Hertz, alegando que o sistema de air bag não funcionou.
A caixa preta registrou que o motorista viajava rápido demais, o que impediu que o air bag fosse acionado a tempo. Os dados isentaram as empresas de culpa e a viúva perdeu a ação.


FONTE:
http://economia.estadao.com.br/noticias/economia-geral,caixa-preta-em-veiculos-abre-polemica-sobre-a-privacidade,159753,0.htm 

sexta-feira, 30 de maio de 2014

PATRIMONIO DA IGREJA CATÓLICA

A história do patrimônio da Igreja Católica

No século 7, a Igreja já era a maior proprietária de terras do Ocidente. Hoje, a Santa Sé opera no vermelho, mas é dona de um patrimônio bilionário e alvo de denúncias de corrupção

Eduardo Szklarz | 04/07/2012 15h54
O papa Leão XIII controlava de perto as finanças da Santa Sé. Tanto que guardava o dinheiro, o ouro e as joias do papado dentro de uma arca de ferro debaixo de sua cama. Quando ele morreu, em 1903, foi um deus nos acuda: ninguém sabia onde estava o baú. O pânico aumentou quando os empregados do Vaticano protestaram por melhores salários - os membros da Guarda Suíça até ameaçaram renunciar. Os assessores encontraram apenas 82 mil liras e joias. Mal dava para cobrir 10% do custo do conclave que tinha eleito o novo papa, Pio X. A agrura só terminou um mês depois, quando o monsenhor Nazareno Marzolini se apresentou com o cofre. Ele explicou que havia recebido instruções para demorar a entregar o dinheiro de modo a lembrar ao novo papa que ele deveria administrar bem o patrimônio da Santa Sé.

O alerta faz sentido. A Igreja sempre penou para lidar com sua riqueza de forma equilibrada. Com o agravante de que vários líderes não foram tão escrupulosos como Leão XIII. No século 11, por exemplo, o papa Bento IX vendeu o cargo por 680 kg de ouro. Foi condenado por simonia (o comércio de sacramentos e postos eclesiásticos) em 1049. Apenas no século 20, a Igreja começou a contratar profissionais para administrar suas finanças - mas volta e meia surge um escândalo. O grande alvo das denúncias tem sido o Banco do Vaticano, que já foi acusado de participar de esquemas de propina de políticos e até de lavagem de dinheiro para a máfia. Em setembro de 2010, as autoridades italianas colocaram sob suspeita 30 milhões de dólares depositados numa conta. Em resposta, o papa Bento XVI criou a Autoridade de Informação Financeira - uma espécie de cão de guarda, que chega com a função de prevenir delitos e garantir mais transparência aos negócios papais. Há pelo menos uma década, a Santa Sé tem um orçamento deficitário.

"Quando Pedro precisou pagar o imposto do templo, Jesus fez um milagre para ele. Desde então, os papas têm rezado por milagres para conseguir seus objetivos", diz o padre Thomas J. Reese, autor de O Vaticano por Dentro.
Clique nas imagens para ampliar (ilustração: Kleber Sales / design: Débora Bianchi)

E apenas rezar não adianta: sem dinheiro, o papa não conseguiria exercer seu magistério. Não poderia pagar funcionários, manter a Cúria Romana (o governo central da Igreja) ou prestar assistência às dioceses necessitadas. Tampouco poderia custear os missionários na África, onde o catolicismo mais cresce hoje. Conseguir recursos foi uma tarefa bastante árdua desde os primórdios da Igreja. No século 1, quando o cristianismo era uma seita perseguida, seus membros se reuniam nas próprias casas. Nesses templos improvisados, eles também coletavam roupa e comida para os mais pobres.

Constantino


A Igreja só pôde possuir propriedades a partir do século 4, quando o imperador Constantino transformou o cristianismo na religião oficial de Roma. Queria utilizar a fé para manter a coesão de seus domínios. Mas não deu certo: a parte ocidental do Império Romano se desmembrou em 476, e quem lucrou mesmo foram os papas, que se tornaram peças-chave do poder político. Sua influência em Roma se comparava com a do Senado local. E sua riqueza cresceu graças aos presentes da nobreza.

Constantino construiu igrejas, doou o Palácio de Latrão, imóveis do Egito às ilhas do mar Adriático e até termas em Roma. Sem falar na avalanche dos regalos de ouro e prata. Com tanta bonança, alguns sacerdotes se esqueciam do voto de pobreza, como Virgílio. Na sua primeira tentativa de se tornar papa, em 536, ele levou sacos de dinheiro oferecidos por Teodora (esposa do imperador Justiniano) para subornar apoiadores para sua eleição.

A Igreja também recebeu doações de líderes do Império Romano do Oriente (Bizantino) e, à medida que a doutrina cristã se espalhava pela Europa, os papas negociavam para ter suas próprias porções de chão. A chamada Doação de Constantino é um atestado dessa "ganância". Atribuído ao imperador, o manuscrito concedia Roma e nacos da Itália e Europa ao papa Silvestre I. Era uma fraude elaborada por volta do século 8 para favorecer o papado na negociação com Pepino, o Breve, mas foi tomada como verdadeira até quase o fim da Idade Média. Nesse meio tempo, garantiu soberania e o controle sobre vastos territórios.

Em 754, Pepino ocupou parte do reino lombardo e, em troca do apoio do papa, doou as terras para a Santa Sé. Era o início dos estados papais (leia à pág. 33). Ali, os sucessores de Pedro instauraram uma monarquia absoluta, acumulando o papel de autoridades civis, líderes religiosos, senhores feudais e chefes de exércitos. "No século 9, os papas eram joguetes nas mãos das famílias da nobreza, como os Spoletos, que se aliavam a milícias e controlavam cidades como Veneza e Florença", diz Brenda Ralph Lewis em A História Secreta dos Papas. O cenário (marcado ainda por escândalos sexuais) tardou a mudar. Bento V, depois de seduzir uma jovem, fugiu para Constantinopla, em 964, levando o tesouro papal. A grana acabou logo, e ele voltou a Roma. "Acabou morto com mais de 100 punhaladas por um marido ciumento."

"Na Idade Média, a instituição não era todo-poderosa", afirma o medievalista Marcelo Pereira Lima. "Havia muitas divergências, negociações e complementação de poderes." Os estados papais ajudaram a tirar as igrejas da esfera de influência da aristocracia local. Mas muitos de seus terrenos continuaram administrados por famílias de sangue azul. E, como diversos membros do clero tinham filhos, parte do patrimônio das igrejas corria o risco de ser engolfada pela herança dos parentes. Entre os séculos 11 e 13, a Igreja de Roma deu uma guinada para botar ordem na casa e montar sua hierarquia. A Cúria (governo da Igreja), a tesouraria e a chancelaria se organizaram, e os cardeais conquistaram autonomia para eleger o papa. A disciplina endureceu contra a simonia e a favor do celibato. "A Igreja se tornou muito maior e intrincada. E o patrimônio também aumentou", diz Lima.

Árbitro

No fim desse período de reestruturação, o papado se destacava como um árbitro da sociedade. Podia até ser em casos de disputa conjugal, como o de uma aristocrata que queria se separar do marido impotente. Se não conseguia resposta do tribunal local, ela apelava ao papa para anular o casamento. Tais pendengas rendiam belas doações.

No século seguinte, os cofres do papado se abasteceram de tributos feudais, donativos e impostos para uso das terras protegidas por suas tropas. A Câmara Apostólica foi criada para gerir as propriedades e os gastos. E a Cúria montou uma rede de coletores de taxas e aluguéis em toda a Europa. Fiéis europeus faziam sua parte enviando o Óbolo de São Pedro, uma doação iniciada com os saxões na Inglaterra, por volta do século 9, e que ia direto ao papa. Os estados papais também geravam renda com tributos, comércio e produção agrícola, embora os custos com defesa e administração fossem elevados. Outra fonte de renda era a venda de indulgências aos fiéis, que assim obtinham a remissão dos pecados. Muitas pessoas até faliam para doar quantias vultosas à Igreja e se garantir no pós-morte.

Como em qualquer organização, porém, o orçamento do papado sempre viveu altos e baixos. No século 16, a cobrança de indulgências para paramentar a Basílica de São Pedro, em Roma, acendeu o estopim da Reforma Protestante. E, com ela, diminuíram os ingressos vindos de terras germânicas, escandinavas e britânicas. A crise se aprofundou no século 18, com a ascensão dos déspotas ilustrados, que buscavam limitar a ingerência da Igreja às questões morais. Em 1789, quando estourou a Revolução Francesa, a Santa Sé chegou à beira do abismo. Dez anos depois, Napoleão deteve o papa Pio VII por quatro anos. Com as ideias liberais correndo livres, propriedades da Igreja foram saqueadas, e seus territórios, desmembrados. A boa relação com a Europa seria retomada após a derrota do francês, em 1815.

Devido à proibição católica que pesava havia séculos sobre o empréstimo com juros (a usura. Em 325, o Conselho de Niceia, impediu empréstimos de clérigos), papas medievais já haviam dependido de banqueiros judeus para sobreviver. No século 19, James de Rothschild se transformou em banqueiro de Roma. Era um paradoxo: desde a Idade Média, a Igreja acusava e perseguia os judeus pela busca do lucro, mas amparava-se neles para manter a própria máquina. Os Rothschilds foram condecorados pelos serviços prestados, mas não conseguiram apoio para melhorar a condição da população judia. E os papas recorreram a outros banqueiros (mesmo protestantes) para se financiar. Com a unificação italiana, em 1870 (e a perda de terras), os impostos minguaram. O sustento veio por meio do Óbolo de São Pedro e de iniciativas como a promoção de bingos - o pilar financeiro de muitas paróquias no século 20.

"Em 1850, o papado se limitava a um pequeno estado semifeudal e dependente das rendas agrárias. Nos 100 anos seguintes, ele se transformou numa holding global com investimentos em agricultura, imóveis, terras, indústria, comércio e ações, distribuídos de Roma a Nova York, de Manila ao Rio de Janeiro", diz John F. Pollard em Money and the Rise of the Modern Papacy (sem edição no Brasil).

Mesmo sem suas rendas tradicionais, a Santa Sé ainda precisava bancar sua enorme estrutura, inclusive as embaixadas (nunciaturas) fora de Roma. Para arrecadar fundos, Pio IX se declarou "prisioneiro no Vaticano" e lançou um novo chamado ao óbolo. A resposta dos fiéis foi mais forte que nunca. A cargo da reforma financeira, o cardeal Giacomo Antonelli aplicou o superávit do óbolo em bancos estrangeiros e comprou ações e bônus no exterior. Graças a Antonelli, no fim do reinado de Pio IX, o Vaticano começou a substituir a exploração de um sistema feudal de riqueza, baseado em latifúndios, pelos investimentos em créditos capitalistas e empresas.

Aos poucos, portanto, o Vaticano aceitava o capitalismo, que tanto atacava. Sob Pio X, a Santa Sé começou a diversificar os investimentos em Roma e a aderir a companhias de saneamento e seguros, entre outros setores. Parte dos lucros era emprestada às famílias aristocráticas romanas, que, assim, tocavam seus empreendimentos. A Primeira Guerra deixou as finanças da Santa Sé na corda bamba. E as doações de católicos americanos tornaram-se cruciais.

Tratado de Latrão

Em 1922, Pio XI assumiu decidido a resolver a "questão romana" (a disputa gerada com a anexação dos estados papais pela Itália) como forma de solucionar os problemas econômicos da Santa Sé. Dito e feito. Em 1929, o secretário de estado do Vaticano e o ditador Benito Mussolini firmaram o Tratado de Latrão. A Itália reconhecia o Estado soberano e pagava 750 milhões de liras em dinheiro e 1 bilhão em bônus do governo para compensar as perdas territoriais. Graças à indenização, a recém-criada Cidade do Vaticano virou um canteiro de obras. E tomou a feição atual. Nos anos 1930, para driblar os efeitos do crack de Wall Street, o Vaticano começou a "globalizar" seus investimentos. A participação em empresas dentro da Itália também cresceu.

Com a derrota italiana na Segunda Guerra, o Vaticano apostou as fichas nos Estados Unidos. O namoro que havia começado nos anos 1920, com as doações das dioceses, virou um casamento com aliança de ouro - quilos de ouro enviados para a Reserva Federal dos EUA, cerca de 7,6 milhões de dólares. Até hoje, suspeita-se que parte desses recursos era fruto de lavagem de dinheiro nazista obtido espuriamente do confisco de judeus. Em 1958, a carteira do Vaticano somava 500 milhões de dólares, além de outros 940 milhões do IOR (Instituto para as Obras de Religião), mais conhecido como Banco do Vaticano.

Os escândalos


A economia dos papas cambaleou de novo nos anos 1960. As ofertas dos fiéis caíram e, em 1968, o governo italiano introduziu uma taxação sobre os dividendos da Santa Sé retroativos a 1942. "Para fugir da mordaça fiscal, o papa Paulo VI iniciou a transferência das participações societárias do Banco do Vaticano para o exterior. Confiou a missão a um sacerdote e a um leigo", diz o jornalista Gianluigi Nuzzi em Vaticano S.A. O sacerdote era Paul Casimir Marcinkus. O leigo, Michele Sindona, um siciliano que controlava aportes de capitais da máfia. Em 1971, já bispo, Marcinkus tornou-se secretário do Banco do Vaticano. "Ambos controlaram a mais maciça exportação de capitais jamais ocorrida nos subterrâneos blindados do Swiss Bank, em parceria com a Santa Sé", diz Nuzzi. Para o autor, que teve acesso ao arquivo do monsenhor Renato Dardozzi, um alto dirigente das finanças papais entre os anos 1970 e 2000, houve uma série de alquimias com os ativos do Vaticano, que passaram de mão em mão para driblar impostos e lucrar em cada participação. As operações teriam servido, por exemplo, de moldura para financiamentos do Partido da Democracia Cristã e da campanha contra o divórcio na Itália. Sindona usaria contas da Santa Sé para transferir o dinheiro da máfia. O siciliano ficou conhecido como o "banqueiro da máfia". Marcinkus era o "banqueiro de Deus". Com Roberto Calvi, principal executivo do Banco Ambrosiano na Itália, formaram um trio "intocável". Os negócios de Calvi incluíam empresas off-shore nas Bahamas. O esquema começou a ruir em 1974, na crise do petróleo. O Ambrosiano entrou em colapso e motivou investigações nos EUA. Em 1978, João Paulo I assumiu o papado disposto a fazer uma limpeza no IOR. No mesmo ano, morreu misteriosamente. "Embora o Vaticano tenha negado qualquer procedimento ilícito, em 1984 o Banco do Vaticano pagou 244 milhões de dólares aos credores do Ambrosiano para que abrissem mão de denúncias", diz Thomas Reese. O episódio nunca foi totalmente esclarecido.

Os segredos continuam sendo a mola mestra das finanças da Santa Sé. O Banco do Vaticano, por exemplo, não publica seus números. AVENTURAS entrou em contato reiteradamente com a Secretaria Geral e o Serviço de Imprensa do Vaticano, mas nenhum deles forneceu informações além das que estão na página da internet. "O Vaticano desenvolve seus negócios em total sigilo, protegendo a delicada relação entre a teocracia e o dinheiro", diz Nuzzi. "As intensas atividades da holding da Santa Sé são um dos segredos mais bem guardados do planeta. Até mesmo o orçamento consolidado da Igreja, divulgado em julho de cada ano, oferece apenas dados genéricos. O silêncio é tutelado a qualquer custo."

Problemas ligados à administração financeira não são exclusivos dos católicos, claro (vide a condenação dos líderes da evangélica Renascer), mas o mesmo sigilo de Roma se repete pelo mundo. Na Alemanha, o cientista político Carsten Frerk tardou anos para apurar a arrecadação das dioceses católicas e protestantes. Concluiu em 2009 que as paróquias alemãs tinham 200 bilhões de euros em patrimônio. E receberam 9,3 bilhões em taxas. "Com o chamado imposto da Igreja, cerca de 9% do que os católicos declarados pagam de imposto de renda ao Estado vai para a Igreja", afirma, relatando ter sido "muito difícil" concluir o levantamento. No Brasil, a CNBB tampouco forneceu detalhes de suas finanças.
A Autoridade de Informação Financeira pode ser uma nova fonte de transparência. "Hoje, o Vaticano enfrenta normas bancárias internacionais mais rigorosas e não pode se dar ao luxo de ter um banco offshore dentro de São Pedro ou manter informações em sigilo", diz Nuzzi.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

MINIMALISMO O ESTILO DE VIDA DOS DISCIPULOS DE JESUS

Aplicando o Minimalismo Na Sua Vida

Aviso: este artigo não é uma “receita de bolo”. Está mais para um “roteiro adaptável”, onde você pode alterar da forma que quiser, já que a essência é a mesma.
Aplicar o minimalismo na sua vida pode, para algumas pessoas, envolver uma mudança radical no estilo de vida, o que pode, também, ser um processo doloroso ou aparentemente envolver uma certa complexidade que, na prática, não existe.
Uma coisa é certa: Não dá para simplesmente acordar de manhã e dizer: “A partir de hoje vou ter uma vida minimalista”. Como tudo na vida que envolve mudanças, precisamos de um mínimo de planejamento. Por isso, elaborei este pequeno passo-a-passo para ajudar você, que quer tentar um estilo de vida minimalista e está com medo de começar.

1 – Entendendo O Que É O Minimalismo

minimalismo foi uma série de movimentos artísticos, culturais e científicos que surgiu no intuito de se expressar com um mínimo de cores, desenhos, palavras. No design, se manifesta com um número mínimo de móveis e objetos.
Aplicado na vida prática, o minimalismo se apresenta como um estilo de vida que a pessoa vive com um mínimo necessário de móveis, objetos e roupas, eliminando tudo o que não é necessário.
Para aplicar o minimalismo, o ideal é que você tenha um planejamento bem feito, para que não se perca durante o processo, e para que o processo de mudança no estilo de vida seja o menos doloroso possível.
Clothes Closet, overstuffed with clothes, Greenwood, Seattle, Washington, USA
Se seu guarda-roupa é assim, está na hora de começar uma faxina.

2 – Decluttering

O decluttering é um termo da língua inglesa que, na melhor tradução, seria “desentulhar”, retirar as tralhas. É um dos processos mais importantes no processo de adaptação ao minimalismo.

2.1 – Como Começar Um Decluttering

Para se fazer um decluttering bem feito, o melhor que ele seja particionado, ou seja, que seja feito apenas um lugar de cada vez, e seja feito com paciência e calma.

2.1.1 – Por Onde Começar?

Escolha um ambiente. Pode ser o quarto, a sala, a cozinha ou qualquer outro que você queira. A não ser que o ambiente que você escolheu tenha apenas uma prateleira ou um único armário, provavelmente este ambiente que você escolheu tem mais de um armário, gavetas, escrivaninha ou prateleiras.
O ideal é que, para que o processo não seja tão demorado ou tão doloroso, escolha apenas um móvel para você organizar e retirar o que não tiver utilidade. Quando eu resolvi adotar um estilo de vida minimalista, o primeiro lugar que resolvi atacar foi o guarda-roupas. Todas as roupas que eu não usei nos últimos seis meses, retirei tudo. A única exceção foi um terno preto básico, que ainda está em ótimas condições e serve perfeitamente. Todo o restante das roupas eu doei para a caridade.
O mais importante a se ter em mente é que, depois de triado todos os objetos que estão em um lugar e escolhidos os que você realmente precisa na sua vida diária, se livre do restante imediatamente, senão você está apenas mudando as coisas de um lugar para o outro.
Depois de finalizado o primeiro móvel ou ambiente, comece imediatamente o próximo. Não se esqueça de terminar sempre um ambiente antes de começar outro, senão você corre o risco de se perder no decluttering.
Normalmente o primeiro lugar sempre é o mais difícil, pois sempre se tem a dúvida do que jogar for a, do que doar e o que manter. Isso ocorre principalmente com pessoas que não tem o hábito de se desfazer de seus objetos. Não é de se estranhar que nesse decluttering você encontre papeis usados como rascunho, os quais você nem lembrava mais, encartes de revistas que você nem assina mais, roupas que não servem mais, que estão manchadas ou for a de moda, objetos que não funcionam mais, sem contar aquele monte de coisas que normalmente se guarda com a desculpa de que “talvez um dia precise”.

2.1.2 – O Que Jogar Fora?

A regra para se desfazer das coisas é muito simples:
- Documentos devem ser guardados, sempre. Se for documentos que não tem mais serventia, podem ser descartados, desde que descaracterizados de forma correta (eu pico em pedaços bem pequenos e separo em três montes, para serem jogados fora em três sacos de lixo diferentes).
- Roupas, se você não as usa a pelo menos seis meses, se precisam de algum tipo de conserto e você guardou e nem lembrava mais ou se não servem, devem ser descartadas. A exceção dessa regra são as roupas para eventos sociais, como ternos ou vestidos longos, desde que sirvam e não precisem de nenhum ajuste, e claro, desde que sejam de cores que não saiam da moda.
- Papeis e revistas que não tenham mais serventia devem ser descartados imediatamente.
- CD´s, guarde somente os que tem algum valor sentimental. Os outros, pondere a hipótese de copiar para o computador e depois presentear alguém com eles.
- Fotografias podem ser agrupadas em álbuns separados por anos ou por temas. Considere a hipótese de escanear e guardar em formato digital. As fotos de pessoas que você não sabe ou não lembra mais quem são, as fotos tremidas, manchadas ou borradas, com péssima definição de imagem podem ser descartadas.
- Para os outros objetos, veja se você os utilizou no último ano. Se sim, eles podem ficar. Se não, descarte-os imediatamente. A probabilidade de você precisar usá-los no próximo ano vai ser muito pequena e não justifica a guarda de algo que só vai ocupar espaço.

2.1.3 – Não Tenho Tempo Para Essa “Faxina”

Para as pessoas que não tem tempo, ou para aquelas que acham que não vão conseguir se livrar das coisas, o Léo Babauta, do Zen Habits, dá duas dicas muito fáceis de serem seguidas:
O decluttering de 15 minutos, que é feito programando um despertador para tocar depois de 15 minutos, e neste tempo você se dedica exclusivamente ao decluttering. Terminado os 15 minutos, você pode começar outro período de 15 minutos, dependendo de sua disponibilidade de tempo, ou então fazer mais 15 minutos de decluttering outro dia.
- A regra do 1-2, que é mais voltada para mudar o nosso hábito de consumo. Para cada um objeto que você adquire, dois devem ser descartados. Dê preferência para descartar objetos semelhantes aos que você comprou.
Não deixe de acompanhar os próximos artigos, onde falarei mais sobre a aplicação do minimalismo na vida diária. E não deixe de comentar o que achou do artigo.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

PROFETA DECLARA O BRASIL COMO A NAÇÃO MAIS PECADORA DO MUNDO

“Este é o lugar mais pecador que já estive”, diz profeta a fiéis da Capital

Durante 3 horas, fiéis ouviram atentamente como se preparar para a volta de Jesus (Foto: Marcos Ermínio)Durante 3 horas, fiéis ouviram atentamente como se preparar para a volta de Jesus (Foto: Marcos Ermínio)
Depois de mais de três horas, o discurso de David Owuor, o “profeta” que faz chover, previu furacões e curou enfermos pelo mundo, resumiu-se a uma mensagem para a Igreja e aos fiéis: estejam prontos para a volta de Jesus.
Ora por metáforas, ora sem sutileza alguma, o pastor queniano falou abertamente sobre questões polêmicas, e não poupou críticas aos homossexuais, às roupas curtas e ao “pecado sexual”. Ele não hesitou em dizer que o Brasil “é o número 1 do mundo em pecado”. Essas questões, denominadas pelo pregador como “manchas da Igreja” seriam o motivo do despreparo do homem para o retorno de Jesus.
Neste ano, além de Campo Grande apenas outras duas capitais do país receberam a visita de David – São Paulo e Rio de Janeiro. “Escolhi Campo Grande porque Jesus falou comigo. Agora, com a minha chegada, vocês estarão prontos para receber o Messias. Vocês devem sair do pecado e se arrepender para recebê-lo”, iniciou em inglês, sempre seguido da tradução de um intérprete.
Para o profeta, a Igreja e seus fiéis “pararam no tempo”, enquanto a volta de Jesus está próxima. “Como é possível a Igreja alegrar-se com o mundo, enquanto o relógio já mudou?”, questionava. Os líderes das Igrejas foram os mais criticados. “Ovelhas são ovelhas, e sempre vão obedecer. Como querer repreender o pecado, se você está no pecado?”, bradava.
Saia curta e gays - “Porque ainda temos meninas no culto com saias curtas e calças apertadas, que vão para mostrar a silhueta?”, emendou, em meio à aplausos e gritos de “Aleluia!” da platéia.
Segundo David, o “pecado sexual” da vestimenta é a primeira mancha da Igreja brasileira. “Quando cheguei ao Brasil e entrei no carro, queria fechar os olhos para não ver. Se você olhar o vestido das mulheres, você verá que o Brasil foi para o inferno”, disse ele, que foi mais além ao afirmar que “no reino de Deus, não haverá cristão moderno” e, por isso, homossexuais e bissexuais não podem ser aceitos na Igreja.
Prosperidade – Também alvo de duras críticas, David pregou o fim do “evangelho da prosperidade”. “Não existe um contrato entre o senhor Jesus Cristo de que garanta segurança e prosperidade. Não é dê e receberá em dobro”, disse, emendando que “falsos apóstolos” pregam a necessidade de enriquecimento. “São esses que pregam no púlpito e, em seguida, bebem e fumam”.
“Vim para varrer as minissaias, calças apertadas, mentiras, falsidade, prosperidade, fumo e a bebida. Se esforcem para viver em paz com todos os homens e serem santos”, finalizou ao público que o ouvia atentamente no Parque das Nações Indígenas.
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"Todo aquele que ler estas postagens, se tiver certeza do que afirmo, caminhe lado a lado comigo; quando duvidar, investigue comigo; quando reconhecer que foi seu o erro, venha ter comigo; se o erro for meu, chame minha atenção. Assim haveremos de palmilhar juntos o caminho do conhecimento e da caridade em direção àquele de quem está dito:Eu sou o Alfa e o Ômega."

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