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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

MELHOR O DIA DA MORTE DO QUE O DIA DO NASCIMENTO.

Melhor é o dia da morte do que o dia do nascimento Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete, porque ali se vê o fim de todos os homens; e os vivos aplicam o seu coração" (Eclesiastes 7:1-2)

“Melhor é a boa fama do que o melhor ungüento, e o dia da morte, do que o dia do nascimento de alguém.” (Ec 7:1)
Nossa vida é resultado das nossas escolhas. Seremos amanhã o que escolhemos fazer hoje. Por isso a bíblia afirma que é melhor o dia da morte, do velório, do que o dia do nascimento. É neste dia que se descobrirá quem realmente você foi; Quais frutos você deixou; Se você viveu para si mesmo ou se deu ao privilégio de servir e amar ao próximo; Se você andou com Deus ou não.
Quais são suas escolhas hoje e qual será o seu legado amanhã? Pois, a morte é como um presente que chega de surpresa e fecha um ciclo, para que outro se inicie, – mais perto ou mais longe de Deus.
As celebrações de aniversários natalícios são populares em todo o mundo, e isso já por milênios. Amiúde há uma festa em que se trocam presentes. Mas, diz a Bíblia alguma coisa sobre aniversários natalícios?


Pode-se dizer, de começo, que a Bíblia não desestimula as dádivas generosas a um ente querido. (Gên. 33:10, 11; Luc. 15:22; 2 Cor. 8:19) Tampouco desencoraja que se celebre um banquete ou uma festa, porque comer e beber com moderação é recomendado como um dos modos de usufruir a vida. (Ecl. 3:12, 13) Jesus participou duma festa de casamento. Os filhos de Jó realizavam o que podiam ter sido festas de colheita, que resultavam em reuniões da família. Abraão celebrou um banquete quando Isaque foi desmamado. (João 2:1, 2; Jó 1:4, 5, 13; Gên. 21:8) E embora não fosse ordenada por Deus, os judeus realizavam uma festividade anual da rededicação do templo, festividade a que Jesus assistiu. — João 10:22, 23.


No entanto, a Bíblia indica que precisa haver certa cautela, porque não é correto participar simplesmente em qualquer celebração sem considerar sua razão ou natureza. (Êxo. 32:1-6; 1 Ped. 4:3; 1 Cor. 10:20, 21) Que dizer de anotar e celebrar o dia do nascimento?


Obviamente, muitos dos verdadeiros adoradores mantiveram registros de datas de nascimento. Sacerdotes e outros conheciam a sua idade. Tal assunto não era deixado entregue à adivinhação. (Núm. 1:2, 3; 4:3; 8:23-25) Mas, não há nada nas Escrituras que sugira que os verdadeiros adoradores celebravam aniversários natalícios anuais.


A Bíblia relata apenas duas celebrações de aniversários natalícios, ambas de pessoas que não eram servos do verdadeiro Deus.


O primeiro foi o do Faraó do Egito. Ficou assinalado pelo enforcamento do padeiro de Faraó, que estivera na prisão junto com José. (Gên. 40:18-22) Comentando Gênesis 40:20, o Dr. Adam Clarke observou: “Destacar um aniversário natalício por meio dum banquete parece, em vista disso, ter sido um costume bem antigo. Provavelmente, teve sua origem na idéia da imortalidade da alma, visto que o começo da vida deve ter parecido de grande importância para a pessoa que acreditava que havia de viver para sempre.”


O segundo, uns 1.800 anos mais tarde, foi o aniversário natalício de Herodes Ântipas. O relato em Marcos 6:21-24 reza:


“Chegou, porém, um dia conveniente, no seu aniversário natalício, em que Herodes ofereceu uma refeição noturna a seus dignitários e comandantes militares, e aos principais da Galiléia. E entrou a filha desta mesma Herodias e dançou, e ela agradou a Herodes e aos que se recostavam com ele. O rei disse à donzela: ‘Pede-me o que quiseres, e eu to darei.’ Sim, jurou-lhe: ‘O que for que me pedires, até a metade do meu reino, eu to darei.’ E ela saiu e disse à sua mãe: ‘Que devo pedir?’ Ela disse: ‘A cabeça de João, o batizador.’” — Veja também Mateus 14:6-11.


O Dr. Richard Lenski comenta a narrativa sobre o aniversário natalício de Herodes: “Os judeus abominavam a celebração de aniversários natalícios como sendo costume pagão, mas os Herodes ultrapassaram até mesmo os romanos nestas celebrações, de modo que ‘o aniversário natalício de Herodes’ (Herodis dies) veio a ser uma expressão proverbial para uma exibição festiva excessiva.”


Como devemos encarar essas duas celebrações de aniversários natalícios? É apenas coincidência que são mencionadas e que ambas eram de pessoas que não tinham a aprovação de Deus? Ou será que Jeová fez deliberadamente com que estes pormenores fossem registrados na sua Palavra, a qual, segundo ele diz, é “proveitosa para ensinar, para repreender, para endireitar as coisas”? (2 Tim. 3:16) No mínimo, pode-se dizer que estas duas narrativas colocam biblicamente as celebrações de aniversários natalícios numa péssima luz, como prática dos apartados de Deus.


Também, vale a pena notar que Deus não registrou a data exata do nascimento de Jesus, que certamente teria sido o natalício mais importante, se os servos de Deus haviam de celebrar aniversários natalícios. Em vez disso, a Bíblia indica a data da morte de Jesus e manda que os cristãos comemorem esta como aniversário, cada ano. (Luc. 22:19; 1 Cor. 11:23-26) Isto se harmoniza com o que a Bíblia diz sobre o dia da morte de alguém ser mais significativo do que o dia de seu nascimento, se tiver obtido um bom nome perante Deus durante a sua vida. — Ecl. 7:1, 8.


Coerente com as indicações bíblicas, os primitivos cristãos não celebravam aniversários natalícios.


Com o passar do tempo, havendo uma apostasia do puro cristianismo, veio a comemorar-se a morte, não o nascimento.


Portanto, embora a Bíblia não contenha uma proibição específica da celebração de aniversários natalícios, as Testemunhas de Jeová, já por muito tempo, têm notado as indicações bíblicas e não tem celebrado aniversários. Neste sentido, harmonizam-se com o modelo dos mais primitivos cristãos.


Também, embora não haja nenhuma justificativa para a celebração anual da data da morte de um cristão, podemos concordar em que o dia da morte é melhor do que o dia do seu nascimento. Portanto não devemos concentrar-nos no dia do nascimento, mas em cada dia, imitando a Cristo e refletindo a imagem de Deus. Caso morramos, teremos glorificado a Deus pelo nosso modo de vida, e ele certamente se lembrará de nós. — Heb. 5:9; 11:6; Fil. 3:8-11.

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